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30Jan
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Por que contratar um seguro para drone?

Ao ingressar no mercado de trabalho de drones, é fundamental entender as normas técnicas que abrangem o segmento. Entre as regras mais importantes para tal profissão está a obrigatoriedade do seguro para drone. Deixar de contratar esse serviço pode colocar em risco a segurança das pessoas e resultar em penalidades para o responsável.

Considerando a importância dessa regra ao usar drones, o ITARC elaborou este artigo com todos os detalhes sobre o tema. Dessa forma, será possível desempenhar a função com prudência e evitar sanções dos órgãos reguladores. Continue lendo para saber mais sobre seguro para drone.

Entenda a importância do seguro para drone

De acordo com a Agência Nacional de Viação Civil (Anac), a contratação de seguro para drone para RPAS é obrigatória. Entretanto, esse recurso é necessário apenas em atividades comerciais. Ou seja, os usuários que utilizam os aparelhos com fins recreativos não precisam realizar o seguro impreterivelmente. De qualquer forma, o objetivo do seguro é proporcionar proteção a terceiros que, porventura, estejam expostos a ferimentos por drones.

O seguro obrigatório para a pilotagem de RPAS se chama RETA, que significa “Responsabilidades do Explorador ou Transportador Aéreo”. Após a contratação, o usuário recebe a garantia contra colisões com outras aeronaves. Qualquer dano material ou corporal a terceiros no solo é coberto pelo seguro. Nesse caso, até R$ 200.000,00 em prejuízos podem ser reembolsados com despesas como assistência médica.

É importante ressaltar que a apólice do seguro deve ser definida em contrato. Nesse momento, apenas o peso do drone é levado em consideração. Logo, o custo do drone durante a aquisição não terá influência no momento da contratação do RETA.

Como é feita a contratação do seguro para drone?

Para que a contratação seja feita, a legislação exige que alguns documentos sejam apresentados. Esses registros devem atestar a responsabilidade do comprador sob a aeronave. Confira abaixo quais são eles:

– cadastro na ANAC;
– liberação de voo no Departamento de Controle do Espaço Aéreo;
– avaliação de risco da operação;
– selo da Anatel colado na aeronave e rádio controle.

Há outros tipos de seguro para drone?

É importante ressaltar que o RETA é um seguro obrigatório para pilotos de RPA, que cobre apenas danos pessoais e materiais causados a terceiros. Portanto, se você deseja outras vantagens atreladas ao seguro, pode ser interessante procurar por opções adicionais. Uma alternativa muito utilizada por pilotos é o seguro para casco. Ele não é obrigatório, mas pode oferecer uma série de benefícios relacionados aos danos físicos no equipamento. Ele cobre o RPA em casos de queda, perda, roubo e incêndios.

Entretanto, o usuário não ganha ressarcimento em casos de mau uso. Além disso, qualquer desrespeito à legislação vigente pode isentar a seguradora de indenizar o cliente. Por essa razão, o seguro para casco pode ser interessante para quem tem um RPA de alto valor. Porém, a responsabilidade durante a utilização sempre será a melhor forma de evitar grandes prejuízos. Logo, o ideal é que o profissional realize um curso de pilotagem de alta qualidade para fugir de problemas.

Se você procura por um curso de drone com instrutores competentes, o ITARC é o instituto certo para você. Contamos com uma formação completa para quem deseja ingressar nesse mercado com toda a preparação necessária. Além da formação em pilotagem, oferecemos um curso de manutenção para que avarias sejam solucionadas com praticidade durante o trabalho. Assim, você terá poucos prejuízos e poderá evitar o uso excessivo do seguro para drone. Inclusive, o ITARC tem parceria com o DroneShield, uma seguradora para drones de grande influência no Brasil. Entre em contato conosco e obtenha o melhor treinamento de drone do Brasil.

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