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08Mar
operadores de drones

Brumadinho conta com ajuda de operadores de drones em buscas

Eram 12h28min25s de sexta-feira (25/01) quando o rompimento de uma barragem da Vale no Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), resultou em um mar de lama. Tal acontecimento abalou todo o país, deixando mortos, desaparecidos e destruindo casas na região. Jipeiros e operadores de drones voluntários se mobilizaram em torno da localidade de Córrego do Feijão para auxiliar nas buscas.

Ao começar a ceder, a parte inferior do reservatório liberou uma avalanche devastadora de rejeitos de mineração. Em três minutos, tudo que estava abaixo da barragem foi totalmente engolido pela lama, alçando quilômetros de distância. Além disso, houve danos na vegetação e rios. Continue lendo para saber mais detalhes sobre o assunto.

Entenda sobre os operadores de drones nas buscas em Brumadinho

O mar de lama causou uma tragédia humana, contabilizando 110 mortos confirmados, sendo 71 identificados. Além disso, foram 238 desaparecidos, 192 resgatados, 394 localizados e 108 desalojados ou desabrigados. Para ajudar nas buscas, no domingo (28/01), a Força Aérea Brasileira e o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais começaram a utilizar os drones. Para os operadores de drones que se voluntariaram, houve orientações para não entrar nas áreas mais atingidas pela lama. Policiais e bombeiros bloquearam os principais pontos de acesso, a fim de prevenir acidentes.
Visto que os rejeitos atingiram uma grande extensão territorial de Brumadinho, socorristas possuem dificuldades para vistoriar totalmente as áreas. Por isso, o uso de drones é essencial, pois auxilia nas buscas em áreas que os bombeiros não conseguem chegar a pé.

Aeronáutica convocou operadores de drones publicamente

A Aeronáutica pediu publicamente aos operadores de drones que se apresentassem e colocassem os instrumentos controlados à disposição. Em áudio, o coronel Vargas, do Departamento de Controle de Espaço Aéreo da Aeronáutica, pediu o auxílio aos donos de veículos não tripulados. Confira no SoundCloud.

A Força Aérea Brasileira confirmou a veracidade do áudio, reforçando o pedido: “Como a quantidade de helicópteros é pequena e a área atingida é gigante, foi necessário recrutar essas pessoas”, informou. Entretanto, a FAB explicou que operadores de drones sem autorização podem ser interpelados. Por isso, equipamentos não cadastrados não são permitidos na operação dos helicópteros de resgate, a fim de não colocá-la em risco.

O drone do jornal Metrópoles também foi utilizado a pedido dos responsáveis pela operação. O aparelho foi dirigido pelo repórter fotográfico do portal Igo Estrela, que realizou a leitura da área até a chegada de um helicóptero do Corpo de Bombeiros. A equipe de reportagem estava no Parque das Cachoeiras, uma das áreas mais afetadas de Brumadinho.

O resgate e auxílio em buscas são algumas das formas de usar drones que o mercado de trabalho apresenta para os pilotos.

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